Iglesia de San Francisco (Oporto)

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Iglesia de San Francisco de Oporto
Porto.SanFrancisco02.jpg
Tipo Convento
Advocación San Francisco
Ubicación Bandera de Portugal Oporto, Portugal
Coordenadas 41°08′28″N 8°36′58″O / 41.14111, -8.61611
Uso
Culto Católico
Arquitectura
Construcción siglo XIV
Estilo arquitectónico Gótico y barroco

La iglesia de San Francisco de Oporto es la iglesia del convento de San Francisco que se construyó a principios del siglo XIV en Oporto, Portugal.

Su estructura corresponde a la de un templo gótico, con reminiscencias románicas. En el frontón sobresalen el rosetón y el pórtico, de estilo barroco, edificado en los siglos XVII-XVIII.

Interior.

El interior aparece revestido en madera dorada de la misma época. Destaca el retablo del altar de la capilla de Nuestra Señora de la Concepción, que representa el Árbol de Jesús esculpido en madera policromada, y para la capilla de San Juan Bautista, obra del arquitecto Diogo de Castilho,es de finales del siglo XV. Los frailes Franciscanos se establecieron en Oporto al início del sigloo XIII, habiendoseles atribuído en 1233 un terreno para la construcción de su Iglesia. Querellas com el Obispo de Oporto respecto de los límites del couto y la resistencia de las autoridades religiosas instaladas hicieron que durante el siglo XIV las obras fueran siendo sucessivamente adiadas. Tal divergencia obligó la intervención en 1244 del Papa Inocencio V, que a través de la Bula Doelentis accepimus confirma la posesión del terreno à la orden Franciscana. Iniciou-se então a edificação das fundações del convento anexo y de una iglesia primitiva, mas modesta y de nave única.

Em 1383 inicianse las obras de la iglesia actual, impulsadas por decreto de D. Fernando, especial protector de los Franciscanos. La construcción fue concluída en 1410. La nueva iglesia representa una ampliación significativa del espacio anterior, agora com tres naves en cinco tramos, transepto saliente y cabecera tripartida cintada por contrafuertes.

El modelo planimétrico adoptado es similar al ya ensayado en numerosos templos portugueses a partir do Gótico mendicante del siglo XII. Una característica regional importante es la presencia de motivos lacrimais decorados con esferas en la parte superior de la capela-mor, de influencia gallega.[1] la estrutura de la iglesia no sufre alteraciomes significativas, siendo el mejor ejemplo de arquitectura gótica de Oporto.

Durante el reinado de D. Juan I se realiza una pintura mural referente a Nuestra Señora de la Rosa, atribuída a António Florentim, uma de las mas antiguas pinturas murales intactas del país.

Durante los siglos XV y XVI varias familias prominentes de Oporto se convierten en patronos de los Franciscanos, financiando varias de las capillas laterales. Uno de los ejemplos notables es la capilla de San Juan Bautista, construida en la década de 1530 para la família Carneiro, e diseña por João de Castilho con motivos manuelinos.

La principal campaña artística fue llevada a cabo en la primera mitad del sigllo XVIII, cuando la mayor parte de las superfícies interiores, incluyendo paredes, columnas, capillas laterales y teado, fueron revestidas con talha dourada barroca.

Em 1833, las instalaciones conventuales anexas a la iglesia son destruídas por un incendio. El fuego tuvo su origen en el tiroteo de las tropas Miguelistas al final del cerco de Oporto. Tras el incendio, el claustro ee ruínas fue arrasado para la construcción de la Bolsa Comercial de Oporto, un ejemplo notable de arquitectura neoclásica del siglo XIX. Con la extinción de las ordenes religiosas en 1834, la Iglesia sirvió de almacén de Alfândega hasta 1839.

En 1910 es declarada Monumento Nacional. Arquitectura y Arte Exterior

A fachada principal da igreja contém uma rosácea gótica, ricamente elaborada e decorada. É a única decoração original sobrevivente, sendo o portal um trabalho barroco organizado em dois níveis, onde uma estátua de São Francisco de Assis é suportada por colunas salomónicas.

O portal Sul, orientado para o rio, é uma peça gótica. É proeminente em relação à fachada e possui uma gablete decorada com um pentagrama. A abertura é composta por uma série de arquivoltas decoradas com altos-relevos de influência mudéjar.

A igreja possui três naves com cinco tramos, sendo a nave principal maior em relação às laterais. O lado nascente possui um transepto e uma ábside com três capelas. O cruzeiro é iluminado através das janelas monumentais dos braços do transepto e da capela-mor, assim como por uma rosácea de pequena dimensão sobre a capela-mor com traceria em forma de pentagrama. Interior Retábulos

Vista interior, onde são visíveis os retábulos, colunas e revestimento das abóbadas em talha dourada.

Ao longo do século XVII são construídos vários retábulos. Em 1595 é executado o retábulo de São Brás, por Manuel da Ponte. Entre 1612 e 1615 é executado o retábulo da capela de Nossa Senhora dos Anjos por Francisco Moreira, pintado e dourado pelo pintor Inácio Ferraz de Figueiredo. Em 1680 é executado o douramento do retábulo da confraria de São Brás e São José por Manuel Ferreira.

No início do século XVIII, todo o interior sofre uma remodelação profunda através da construção dos principais retábulos de talha dourada, que caracterizam o interior que pode ser hoje observado. A maioria destas intervenções substituiu retábulos dos séculos anteriores.

O ratábulo-mor, na Capela de Nossa Senhora da Conceição, foi inteiramente reformulado entre 1718 e 1721 sobre uma preexistência. Trata-se de uma obra da autoria de Filipe da Silva e António Gomes e dedicado à Árvore de Jesse. Constitui o mais exuberante exemplo desta temática em Portugal, possuindo também intervenções do escultor Manuel Carneiro Adão.

Em 1724 é realizado o retábulo da Capela de Santo António pelo entalhador Luís Pereira da Costa. Entre 1740 e 1744 são realizados os retábulos de Nossa Senhora do Socorro e Nossa Senhora da Rosa, entalhados por Manuel da Costa Andrade segundo desenho de Francisco do Couto e Azevedo. Entre 1750 e 1751 são realizados os retábulos da Anunciação da Nossa Senhora, de Nossa Senhora da Encarnação e dos Santos Mártires de Marrocos por Manuel Pereira da Costa Noronha. Entre 1764 e 1765 é realizado o retábulo de Nossa Senhora da Soledade pelo entalhador Francisco Pereira Campanhã.

   ↑ MJ Barroca - História da Arte em Portugal: O Gótico, 2002 - Presença

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